Recomendo a ingestão de meio saquinho de areias da Ericeira por semana. Fazem maravilhas!
quarta-feira, outubro 6
segunda-feira, setembro 27
sábado, setembro 18
Profissão?
Desde que acabei o curso, sempre que tenho de preencher formulários a dizer/explicar o que faço na vida ou qual é a minha profissão, sinto-me mais ou menos assim:
segunda-feira, setembro 13
O cagão
em todos os locais de trabalho há um cagão.
o cagão é o tipo que domina - se tiver boa formação, a bela arte do piaçaba.
o tipo que planeia escrever longos romances nos rolos de papel higiénico e conhece todas as juntas de azulejo pela esquadria.
o cagão foi a musa inspiradora de todas as fragâncias brise, desde a fragância brise baunilha, a brise de frutos tropcais, até à mais conhecida, a fragância brise caga e foge.
o cagão é do tipo que não descrimina se é feijoada ou foi salada, tudo transformando em puré - com uma velocidade, consistência e perfeição que deixaria qualquer passe-vite envergonhado.
o cagão é um tipo para quem um peido é mais ou menos a mesma coisa que uma clave de sol. peido aqui, bufa acolá, e é um traque que se lhe dá.
e ele sabe, sim, o cagão sabe, que numa entrevista de trabalho, a seguir ao bling bling, o que realmente importa são as condições de trabalho no wc - se a acústica é boa, se é arejado, se está mesmo ali à mão, e sobretudo, factor imprescíndivel e por vezes eliminatório: se o papel higiénico é de folha dupla, tem aroma ou é colorido.
mas sobretudo, o cagão é um tipo que vê sempre o seu trabalho respeitado. de cada vez que ele caga, cagalhão vai, cagalhão não vem, enquanto a sua obra não se evapora, ninguem se atreve, certamente, a pisar tal território sagrado! é merda com assintaura. é outra coisa.
o cagão é o tipo que domina - se tiver boa formação, a bela arte do piaçaba.
o tipo que planeia escrever longos romances nos rolos de papel higiénico e conhece todas as juntas de azulejo pela esquadria.
o cagão foi a musa inspiradora de todas as fragâncias brise, desde a fragância brise baunilha, a brise de frutos tropcais, até à mais conhecida, a fragância brise caga e foge.
o cagão é do tipo que não descrimina se é feijoada ou foi salada, tudo transformando em puré - com uma velocidade, consistência e perfeição que deixaria qualquer passe-vite envergonhado.
o cagão é um tipo para quem um peido é mais ou menos a mesma coisa que uma clave de sol. peido aqui, bufa acolá, e é um traque que se lhe dá.
e ele sabe, sim, o cagão sabe, que numa entrevista de trabalho, a seguir ao bling bling, o que realmente importa são as condições de trabalho no wc - se a acústica é boa, se é arejado, se está mesmo ali à mão, e sobretudo, factor imprescíndivel e por vezes eliminatório: se o papel higiénico é de folha dupla, tem aroma ou é colorido.
mas sobretudo, o cagão é um tipo que vê sempre o seu trabalho respeitado. de cada vez que ele caga, cagalhão vai, cagalhão não vem, enquanto a sua obra não se evapora, ninguem se atreve, certamente, a pisar tal território sagrado! é merda com assintaura. é outra coisa.
Ao domingo, os museus

Ontem foi dia de ir até ao CCB, ver esta exposição. Tenho gostado muito de ir até ao CCB.
A exposição da Joana Vasconcelos foi a exposição que mais gostei de ver até hoje museucalogicamente falando. E esta dos gémeos só peca por saber a pouco - são só duas salas, mas está muito boa. Recomendo vivamente.
terça-feira, setembro 7
Ele há coisas..
Como é possível que ainda saiba de cor o número de telefone do ex-namorado de há 7 anos atrás (não, nao gosto dele. sim, tudo resolvido). E me atrapalhe toda com o número do actual (de quem gosto carradas e carradas)??
segunda-feira, agosto 16
Os brasileiros têm uma expressão que utilizam quando querem dizer que as pessoas se dão bem e /ou bastante, que convivem muito, que é:" frequentar". "Flano tal e flano tal se frequentam muito".
Comigo também é assim. Sou muito frequentada. Mas por melgas, mosquitos e todo o tipo de parentes. Desconfio que aranhas também me mordem, sem que daí tenha resultado aquela habilidade simpática de conseguir disparar teias a partir do pulso. Há ainda a possibilidade de serem as formigas que me têm estado a invadir a casa. Ou uma hipótese mais óbvia, as pulgas dos meus gatos.
Não sei. De manhã, quando acordo, a cama está sempre limpa, sem vestígios dos banquetes e festins que por lá se passam. E, enquanto o meu namorado, que é muito maior que eu, e como tal tem muito mais matéria prima para oferecer - acorda sem uma única baba digna de se exibir, a minha realidade é bem diferente. Só hoje contabilizei: três babas na orelha esquerda, mais umas seis no pescoço, e outras tantas aleatoriamente espalhadas entre o dorso e as pernas.
Estou entregue à bicharada.
Comigo também é assim. Sou muito frequentada. Mas por melgas, mosquitos e todo o tipo de parentes. Desconfio que aranhas também me mordem, sem que daí tenha resultado aquela habilidade simpática de conseguir disparar teias a partir do pulso. Há ainda a possibilidade de serem as formigas que me têm estado a invadir a casa. Ou uma hipótese mais óbvia, as pulgas dos meus gatos.
Não sei. De manhã, quando acordo, a cama está sempre limpa, sem vestígios dos banquetes e festins que por lá se passam. E, enquanto o meu namorado, que é muito maior que eu, e como tal tem muito mais matéria prima para oferecer - acorda sem uma única baba digna de se exibir, a minha realidade é bem diferente. Só hoje contabilizei: três babas na orelha esquerda, mais umas seis no pescoço, e outras tantas aleatoriamente espalhadas entre o dorso e as pernas.
Estou entregue à bicharada.
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